CARLOS FRANCISCO VALVERDE
Vice-presidente da Rede Imobiliária Campinas
Coordenador de Educação Profissional – Universidade Rede Imobiliária Campinas

O perfil do profissional corretor de imóveis neste século 21 já se desenha com a meta de propiciar ao profissional uma oportunidade de sedimentar sua importância na intermediação imobiliária.

O avanço da tecnologia, constante e contínuo, oferece ferramentas cada vez mais eficientes e eficazes, permitindo através de comunidades virtuais e clubes de relacionamento profissionais na internet romper as barreiras e fronteiras fisiológicas, criando um novo cenário profissional lastreado na portabilidade, velocidade, visibilidade e multiplicidade de ações e negócios.

As empresas imobiliárias, de olho neste perfil de profissional, já se movimentam no mercado buscando novos talentos e oferecendo oportunidades de aperfeiçoamento profissional.

Como oportunidade de ampliar o leque de contatos e relacionamento no setor, as Redes Imobiliárias oferecem a possibilidade desta expansão ampliando o horizonte de prospecções de clientes e investidores e contribuindo para uma melhor integração do profissional no mercado.

A participação neste novo universo imobiliário, além de abrir novas alternativas de especialização e conhecimento, cria novas bases de contatos, agilizando o trabalho e aumentando as possibilidades de sucesso, seja como corretor do vendedor ou do comprador.

A mudança no perfil do comprador e do vendedor também trazem reflexos comportamentais dos clientes, que passam a exigir mais do profissional, fazendo com que o corretor tenha mais eficiência e eficácia na sua atuação.

A competitividade, por outro lado, passa a ter um peso maior e, consequentemente, limita a disputa a níveis dos mais preparados.

A postura de provedor de soluções e facilitador de negócios ganha importância nos requisitos básicos para integrar os quadros de profissionais das empresas ligadas às Redes Imobiliárias.

O conhecimento amplo de tecnologia de informação TI e cursos profissionalizantes exigidos pelos órgãos ligados ao setor passam de uma simples exigência legal a um fator de decisão na escolha do profissional.